XII Congreso ISKO-España y II Congreso ISKO España-Portugal. Murcia (España), 19 y 20 de noviembre de 2015.

RODRÍGUEZ MUÑOZ, J.V., GIL-LEIVA, I, DÍAZ ORTUÑO, P. y MARTÍNEZ MÉNDEZ, F.J. (eds.). Organización del conocimiento: sistemas de información abiertos. Actas del  XII Congreso ISKO España y II Congreso ISKO España y Portugal, 19 y 20 de noviembre. Murcia, 2015. ISBN: 978-84-608-3558-5.

Portada_ISKOEP_2015 Actas ISKO EP 2015 / Proceedings ISKO EP 2015

PONENCIA

Ana Alice Baptista. Perfis de Aplicação de Metadados: o quê, porquê, quando e como.

COMUNICACIONES

Modelos de organización del conocimiento. Modelaje de sistemas y ciclo de vida de la información.

  1. Rodrigo Eduardo dos Santos y Zaira Regina Zafalon. HotWheels: catalogação e recuperação da informação em miniaturas de carros colecionáveis.
  2. Vânia Lisbôa da Silveira Guedes. Nominalizações deverbais na escrita científica e indexação temática: Uma análise léxico-morfológica.
  3. Helena Campos Assumpção y Zaira Regina Zafalon. Catalogação sob a perspectiva dos artigos publicados em revistas científicas nacionais avaliados nos estratos B1, B2 e B3 no sistema Qualis a partir de 1998.
  4. H. Peter Ohly. The Future of Knowledge Organization and Information Organization.
  5. Maria Amélia Duarte Oliveira Ferrarezi , Ângela C. Basílio de Freitas , Marinês Santana Justo Smith y Bárbara Fadel. A Informação Contábil na construção do conhecimento organizacional: modelagem a partir da DRE.
  6. Aline Elis Arboit, Ely Francina Tannuri de Oliveira, Leilah Santiago Bufrem y Rene Faustino Gabriel Junior. O modelo científico no domínio de organização do conhecimento: um estudo a partir dos trabalhos apresentados nos congressos internacionais da ISKO.
  7. Benildes C. M. S. Maculan, Gercina Ângela Borém de Oliveira Lima, Ivo Pierozzi Jr. y Leandro H. M. Oliveira. Aplicação de reengenharia de tesauro: modelagem do Thesagro.
  8. Ângela Maria Grossi de Carvalho y Thabyta Giraldelli Marsulo. O profissional da informação na elaboração de políticas públicas de informação e tecnologia.
  9. Fernando de Assis Rodrigues y Ricardo César Gonçalves Sant’Ana. Uso de taxonomia sobre privacidade para identificação de atividades encontradas em termos de uso de redes sociais.

Entornos y sistemas para la organización del conocimiento. Diseño, normalización e interoperabilidad de sistemas de información abiertos

  1. Luciana de Souza Gracioso, Maria da Graça Melo Simões, Mayara Cristina Bernardino y Luzia Sigoli Fernandes Costa. Fazendas de café brasileiras: construção de uma taxonomia no software memória virtual (MV).
  2. Célia da Consolação Dias y Cíntia de Azevedo Lourenço. Modelagem de dados para representação descritiva no domínio da Historia da Arte: uma proposta para a construção de um banco de dados.
  3. Esther Carreño Corchete y Críspulo Travieso Rodríguez. Bibliotecas eclesiásticas de Castilla y León. Visibilidad y acceso web.
  4. Gracielle Mendonça Rodrigues Gomes, Beatriz Valadares Cendón y Raquel Oliveira Prates. Estudo da comunicabilidade da interface e do comportamento de busca da informação no Portal de Periódicos da CAPES.
  5. Francisco Carlos Paletta. Apropriação do Conhecimento na Web de Dados Gestão de Recursos Computacionas em Sistemas Abertos. Web de Dados e os Sistemas Abertos – Desafios na Gestão e Organização do Conhecimento em Bibliotecas Digitais.
  6. Filipa Medeiros y José Antonio Moreiro González. Elaboração de um vocabulário taxonómico sobre História Medieval portuguesa: problemas e desafios.
  7. Aida Varela Varela, Maria Giovanna Guedes Farias y Marilene Lobo Abreu Barbosa. Sistema de informação aberto como recurso de organização do conhecimento e de mediação da aprendizagem.
  8. Edberto Ferneda y Guilherme Ataíde Dias. OntoSmart: proposta de um modelo de recuperação de informação baseado em ontologia.
  9. Jesús Tramullas, Ana I. Sánchez Casabón y Piedad Garrido Picazo. Organización del conocimiento en entornos wiki: una experiencia de organización de información sobre lecturas académicas.

Instrumentos para el acceso y transparencia de la información: gestión de documentos, plataformas digitales y archivos

  1. Raquel Luise Pret y Rosa Inês de Novais Cordeiro. Clasificación y indización de la información en Registros y Archivos de Gestión de las universidades.
  2. Blanca Rodríguez Bravo , Maria da Graça Melo Simões, M. Cristina V. de Freitas y José Antonio Frías. La búsqueda de información en herramientas de descubrimiento y OPAC’s: fortalezas y debilidades.
  3. Jussara Borges, Miguel Ángel Marzal García-Quismondo. Competências infocomunicacionais para acesso e uso da informação.
  4. Walter Moreira , Luciana Davanzo y Isabela Santana de Moraes. Abordagem sobre vocabulários controlados para arquivos: conceitos, aplicações e metodologias.
  5. Cintia Almeida da Silva Santos y Wanda Aparecida Machado Hoffmann. Gestão do Conhecimento nas Organizações de Ensino: recorrência de registros na Web of Science.

Representación del conocimiento: procesos y herramientas en sistemas abiertos y multilingües

  1. Dulce Amélia de Brito Neves y Mariângela Spotti Lopes Fujita. Abordagens cognitivas da ciência da informação: mapeamento conceitual.
  2. Cristiane Mendes Netto, Gercina Ângela Borém de Oliveira Lima e Ivo Pierozzi Jr. Aplicación de la Teoría de Análisis Facetado y Mapas Conceptuales para navegación en una ontología de dominio: estudios preliminares.
  3. Virgínia Bentes Pinto, Odete Máyra Mesquita Sales y Henry Pôncio Cruz de Oliveira. Aplicabilidad del mapa conceptual en la representación del conocimiento registrado en las historias clínicas del paciente.
  4. Andrieli Pachu da Silva, Walter Moreira , José Augusto Chaves Guimarães y João Batista Ernesto de Moraes. Organização do conhecimento arquivístico: um estudo terminológico comparativo (português, espanhol, francês, inglês) sobre classificação e descrição na Multilingual Archival Terminology – ICA.
  5. Roberto Vilmar Satur, Dulce Amélia de Brito Neves y Emeide Nóbrega Duarte. Cognição, neuromarketing e neuroeconomia: entendendo as decisões dos atores baseados em informações.
  6. Mariângela Spotti Lopes Fujita y Milena Posinelli Rubi. Compatibilidade entre linguagens documentais para construção, atualização e adequação de vocabulário de bibliotecas universitárias.
  7. Fernando Bittencourt dos Santos y Maria Rosa Gomes Dória. A representação da imagem do bibliotecário nas histórias em quadrinhos (HQs): um estudo descritivo.
  8. Denysson Mota y Nair Yumiko Kobashi. Representação de contexto em acervos digitais.
  9. Heliomar Cavati Sobrinho y Mariângela Spotti Lopes Fujita. Construção de macroestrutura de categorias de linguagem documentária em Economia: proposta de inovação metodológica.
  10. María Luisa Alvite Díez y M. Mercedes Martínez González. Armonización de ISO 25964 y SKOS en software de gestión de tesauros. Propuesta de análisis.
  11. Ana Lúcia Terra y Mariângela Spotti Lopes Fujita y Mª Carmen Agustín Lacruz. Políticas de indización en bibliotecas escolares de Brasil y Portugal: análisis comparativo.
  12. Monica Marques Carvalho Gallotti y Jacqueline Aparecida de Souza. Organização e Representação do Conhecimento sobre Seca no Brasil: o caso do Núcleo Temático da Seca e do Semiárido da UFRN.
  13. Gilberto Gomes Cândido y João Batista Ernesto de Moraes. Perspectivas metodológicas para a representação da informação do documento de arquivo
  14. María-José Baños-Moreno, Eduardo R. Felipe, Gercina Ângela Borém de Oliveira Lima, Juan Antonio Pastor-Sánchez y Rodrigo Martínez-Béjar. Metadatos en noticias: un análisis internacional para la representación de contenidos en periódicos.
  15. Eliane Pawlowski Oliveira Araújo, Claudio Paixão Anastácio de Paula, Jacqueline Pawlowski Oliveira y Simone Torres. Organização do conhecimento e tratamento da informação: analisando a subjetividade no processo de indexação e implicações na recuperação da informação.
  16. Paula Regina Dal’Evedove y Mariângela Spotti Lopes Fujita. Política de indexação para bibliotecas universitárias: um estudo com docentes da área de Organização e Representação do Conhecimento.
  17. Cláudio José Silva Ribeiro. Organização da Informação no ambiente Web: produzindo conhecimento a partir de grandes volumes de dados.
  18. Marcel Pereira Santos y Luzia Sigoli Fernandes Costa. Estudo da produção e divulgação científica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo: Uso do software livre Script Lattes.
  19. Rodrigo Benjamin Gesteira y Maria Aparecida Moura. Organização da Informação em Contexto Dinâmico e Sensível: Tesauro de Inteligência Policial.
  20. Patricia Alejandra Méndez Zapata , Catalina Naumis Peña. Terminología del huipil triqui.
  21. Vidal Liy, José Ignacio; Rodríguez Yunta, Luis. Categorización de revistas científicas españolas en las bases de datos ISOC.

Epistemología en la organización del conocimiento

  1. Maria Aparecida Pavanelli, Ely Francina Tannuri de Oliveira, Leilah Santiago Bufrem, Marcos Aparecido Rodrigues do Prado y Bruno Henrique Alves. Referentes teóricos basilares na ISKO-Ibérico e suas contribuições para a Organização do Conhecimento (OC).
  2. José Augusto Chaves Guimarães y Isadora Victorino Evangelista. Exaustividade e especificidade na indexação: uma análise de conteúdo como perspectiva de investigação sobre o tema.
  3. Daniel Abraão Pando y Carlos Cândido de Almeida. Organização da informação e do conhecimento no contexto da Ciência da informação: da análise terminológica à reflexão epistemológica.
  4. Naira Christofoletti Silveira y Gustavo Silva Saldanha. O “nome próprio” no contexto da Epistemologia da Organização do Conhecimento: um debate filosófico-teórico.
  5. Daniel Martínez-Ávila y José Augusto Chaves Guimarães. La construcción de la Biblioteconomía como ciencia y su relación con la clasificación.
  6. Renata Cristina Gutierres Castanha, Maria Claúdia Cabrini Grácio y Suellen Oliveira Milani. Referentes Teóricos em Organização do Conhecimento: uma Análise de Domínio na ISKO Espanha (2005-2013).
  7. Rodrigo de Sales. A organização do conhecimento na comunidade científica brasileira da Ciência da informação: uma investigação no âmbito da ISKO-Brasil.
  8. Carlos Cândido de Almeida y Francisco Javier García Marco. Aportaciones semióticas de la Documentación en España a la organización del conocimiento: un análisis preliminar.
  9. Clarissa Schmidt y Johanna Smit. Organização e representação da informação em arquivos: uma análise a partir da função classificação.
  10. Daniela Fernanda de Oliveira Matos, José Augusto Chaves Guimarães y Maria Claúdia Cabrini Grácio. A dimensão conceitual da organização do conhecimento no universo científico da ISKO: uma análise de domínio a partir dos congressos de ISKO-Brasil e ISKO- Espanha.
  11. José Augusto Chaves Guimarães , Rafael Cacciolari Dalessandro y Daniel Martínez-Ávila. Referentes e interlocuções teóricas em análise documental no contexto brasileiro de Ciência da Informação.

Igualdad, género y diversidad en la organización del conocimiento

  1. Michela Montesi. Información y crianza con apego en España.
  2. Mona Cleide Quirino da Silva Farias y Carlos Cândido de Almeida. Interações entre semiótica da cultura e organização do conhecimento: conceitos integradores.
  3. Rosana Matos da Silva Trivelato y Maria Aparecida Moura. Formação discursiva, sistemas de classificação e o discurso estrangulado de Charlie Hebdo: impactos, desdobramentos e implicações na representação da informação da ciência da religião no século XXI.
  4. Stephanie Colombo. Sesgo y universalidad: un enfoque histórico-conceptual.